Impostometro

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

"Querem que o céu caia sobre minha cabeça", diz Dilma

"Querem que o céu caia sobre minha cabeça", diz Dilma

Após ano difícil, presidente promete usar amuletos e talismã contra azar durante a virada

Estadão Conteúdo

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Supersticiosa, Dilma Rousseff contou que entrará em 2016 carregando no pulso esquerdo sua antiga pulseira de olho grego, poderoso talismã para espantar o mau olhado e as energias negativas. Diante da economia em frangalhos, com a popularidade em queda e sob grave crise política, a presidente que tem medo de avião sabe que enfrentará muito mais turbulências neste ano novo. A todos com quem conversa, porém, ela diz que o processo de impeachment não vingará.
“Não acharam nem vão achar uma vírgula que possa me incriminar”, afirma Dilma. Quando interlocutores querem saber o seu estado de ânimo, a

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Política

Operação Lava Jato

A Petrobras da "era FHC" vira alvo de investigações

Operação da PF e ação do MPF tratam de corrupção na estatal a partir de 1997 
Zelada, Duque e Barusco 
Zelada, Duque e Barusco: investigações chegaram à era FHC
 
Pela primeira vez desde o início da Operação Lava Jato, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram uma operação para apurar desvios na Petrobras no período anterior à chegada do PT ao poder, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era o presidente da República.
Nesta quinta-feira 17, a PF realizou a Operação Sangue Negro, que investiga desvios de dinheiro em contratos da Petrobras para o pagamento de propina ocorridos a partir de 1997, ainda no primeiro mandato de FHC. Foram cumpridos nove mandados judiciais, sendo cinco de busca e apreensão e quatro de

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Wadih Damous: ‘Gilmar Mendes tem obsessão compulsiva pelo PT’


Wadih Damous: ‘Gilmar Mendes tem obsessão compulsiva pelo PT’

Ministro do Supremo chamou políticas públicas de 'moderna compra de votos'



País

Wadih Damous: ‘Gilmar Mendes tem obsessão compulsiva pelo PT’

Ministro do Supremo chamou políticas públicas de 'moderna compra de votos'

Eduardo Miranda

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) comentou as críticas feitas pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ao Partido dos Trabalhadores, a Lula e ao governo federal. Na tarde desta sexta-feira (27), em palestra na Associação de Advogados de São Paulo (Aasp), o ministro afirmou que as políticas públicas do governo são "uma moderna compra de votos".
Ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB/RJ), Damous argumentou que o ministro deveria focar no cumprimento de sua função pública, que é "julgar processos", em vez de usar o seu tempo para fazer ataques a Lula e ao PT.

Parlamentar afirmou que ministro do STF deveria se limitar a "julgar processos", já que recebe para isso
Parlamentar afirmou que ministro do STF deveria se limitar a "julgar processos", já que recebe para isso
"O ministro Gilmar Mendes tem uma obsessão compulsiva pelo PT e a patologia de falar demais. Não sei nem se isso obedece aos padrões de normalidade. O que se deve esperar de um juiz como Gilmar Mendes é que ele cale a boca, porque ele recebe do erário para julgar processos, e não para falar mais besteira, que é no que ele vem se especializando", disse o deputado petista.
Durante entrevista aos jornalistas, Gilmar Mendes citou a

A dignidade ronda as escolas paulistas ocupadas

A dignidade ronda as escolas paulistas ocupadas



No seus rostos está estampado o desejo de lutar pelo que lhes pertence, tal como está escrito no muro que recebe aos próprios estudantes e a jornalistas estrangeiros, como nós, em sua barricada de dignidade: “defendemos o que é nosso”.

Por Milena Perdomo, Colombia Informa
Fotos: Marcelo Aguilar, do Brecha (Uruguai)

Desde 9 de novembro, diversas escolas do estado de São Paulo vêm sendo ocupadas, e já são mais de 170 as que se encontram tomadas por crianças, jovens e professores. Em seus semblantes está o desejo de lutar por aquilo que lhes pertence, tal como diz o muro que recebe a eles e aos jornalistas estrangeiros, como nós, em sua barricada de dignidade: "defendemos o que é nosso". Assim, acompanhamos um grupo de alunos em uma das escolas ocupadas na zona leste da cidade.
A Escola Estadual Salvador Allende é uma das 190 escolas tomadas em São Palo. Casualidade? Não, este é um nome apenas condizente com a luta digna deste grupo de 50 pequenos jovens que, não conformados só em ocupar a escolas, se dispuseram como grupo de apoio para as ações em toda a região.
Está localizada na periferia de São Paulo (Itaquera), na zona leste, a mais pobre e populosa da cidade. Seus estudantes são moradores do bairro; rebeldes, não submissos e organizados em meio a um contexto adverso de vigilância e criminalização.
Todas as decisões que tomam são consultadas em assembleias populares. Discutem quando, como, porque e para que ocupar as escolas. Os trabalhos são divididos de maneira justa. Não descansam um segundo. Contam com um esquema de controle para as entradas e saídas dos visitantes na escola. Só eles decidem quem os entrevista, fotografa, apoia nas decisões e assiste suas reuniões.
  
 Escola Salvador Allende, zona leste de São Paulo 
A origem
Tudo se iniciou com o Decreto de Reorganização Escolar, emitido pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, do PSDB, o principal opositor do governo atual, encabeçado por Dilma Rousseff, do PT. O decreto prevê o fechamento de pelo menos 94 escolas, prejudicando mais de 311 mil e 74 mil professores.
Um estudante do terceiro ano da Escola Estadual Fernão Dias disse ao Brasil de Fato, dias antes, que "a quantidade de pessoas que terão que mudar de escolas, muito distantes de suas casas, é muito grande", acrescentou ainda que "a escola é um espaço para a formação política, não só para entregar trabalhos e fazer avaliações".
E o governo estadual? Sua atitude é de silêncio e negação. Apenas em 19 de novembro manifestaram a "vontade" de suspender o decreto, gesto que os

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Farra no Rodoanel

Política

Investigação

Farra no Rodoanel

O Ministério Público apura fraudes milionárias nas desapropriações do trecho sul da obra
por Henrique Beirangê


Robson Fernandjes/Estadão Conteúdo
Paulo-Preto
Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, é acusado de fraude

Durante as eleições de 2010, um nome até então desconhecido ganhou notoriedade por conta de um debate entre os candidatos Dilma Rousseff e José Serra. Na ocasião, a petista perguntou ao tucano sobre sua relação com Paulo Vieira de Souza, vulgo Paulo Preto.
Dilma queria saber a respeito de um suposto desaparecimento de 4 milhões de reais da campanha de Serra por obra do correligionário.
Serra “tergiversou”, nas palavras de Dilma. Primeiro disse que não conhecia Souza. Depois valeu-se de um contra-ataque pífio: acusou a adversária de racismo por chamá-lo de Paulo Preto no debate.
O próprio Paulo Preto parece ter se incomodado menos com a menção a seu apelido do que com o descaso de Serra. Em entrevista à Folha de S.Paulo, fez uma ameaça velada. “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro.”
Cinco anos depois, Souza volta aos holofotes por conta de uma investigação do Ministério Público de São Paulo. Seu nome é vinculado pelos promotores a uma farra de desapropriações realizada durante as obras do Trecho Sul do Rodoanel em São Paulo.
A obra viária tem 61,4 quilômetros de extensão e custo total de 5 bilhões de reais. Liga Mauá, no ABC paulista, ao Trecho Oeste do anel viário e corta Anchieta e Imigrantes, rumo ao litoral sul. 
Um empreendimento grandioso inaugurado com glória e pompa, mas que não teve os bastidores de sua construção até então revelado. Para se concluírem as obras, cerca de 40 mil habitantes tiveram de ser removidos de suas 
casas. Documentos anexados à investigação mostram que os reassentamentos e indenizações custaram cerca de 90 milhões de reais. A Dersa, empresa pública responsável pelo gerenciamento de obras viárias, deu início a um programa de realocação desses moradores em unidades da

Lindbergh: "Nossa bancada está firme e vai votar contra Cunha, pela cassação"

Lindbergh: "Nossa bancada está firme e vai votar contra Cunha, pela cassação"

País

Lindbergh: "Nossa bancada está firme e vai votar contra Cunha, pela cassação"

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) rebateu, na tarde desta segunda-feira (23), informações de que os deputados do Partido dos Trabalhadores e o Planalto estariam articulando apoio ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-EJ). Amanhã, o Conselho de Ética da Casa se reúne para debater o processo de cassação do peemedebista por quebra de decoro parlamentar.

"Saiu em alguns jornais que o governo ia conversar com parlamentares do PT para blindar Eduardo Cunha. Essa notícia não tem sentido algum e, inclusive, o ministro Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação Social, já negou. Até porque Eduardo Cunha foi a pessoa que mais atrapalhou a presidenta Dilma e o Brasil, em aliança com o PSDB. Então, nessa hora, fiquem tranquilos: os deputados do PT vão votar pela cassação do presidente da Câmara", afirmou Lindbergh, em vídeo publicado em uma rede social.
Lindbergh: "Quem pariu o Eduardo Cunha foram os tucanos, que tinham aliança sólida com ele"
Lindbergh: "Quem pariu o Eduardo Cunha foram os tucanos, que tinham aliança sólida com ele"
O senador lembrou que foram os tucanos os apoiadores de Cunha na eleição para a Presidência da Câmara, em fevereiro. À época, o PT lançou o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) como

Charges Ululantes retrata os decretos de sigilo do governo Alckmin (PSDB).

Charges Ululantes: Sigilo

Charges Ululantes retrata os decretos de sigilo do governo Alckmin (PSDB).

 
Crédito: Charges Ululantes
Fonte:http://www.brasildefato.com.br/node/33233