Impostometro

sábado, 29 de agosto de 2015

País vive crise, mas bancos têm lucros astronômicos. Que vergonha!

País vive crise, mas bancos têm lucros astronômicos. Que vergonha!

Pior do que os prejuízos causados pela Lava Jato, os cofres públicos sofrem verdadeiros assaltos por este país ser o único que permite ao sistema financeiro lucros astronômicos. Lucros de quatro ou cinco bancos que não existem iguais no mundo. Sendo que alguns destes são estrangeiros. Os lucros que eles apresentam aqui permitem que as próprias instituições do mundo se sintam envergonhadas. Ainda mais quando se constata que estes lucros dos bancos no Brasil acontecem ao mesmo tempo em que o país vive uma grave crise social, vê a queda do PIB sinalizando que o Brasil pode crescer menos do que tinha dito ao povo, ao mundo e às instituições financeiras, e vê o desemprego atingindo a área de serviço que mais emprega.
Isso tudo sem falar nos prejuízos causados pelo dumping que a China vem fazendo com seus produtos, em função da desvalorização que tem feito na sua moeda. Nem a desvalorização cambial do Brasil vai ajudar as exportações brasileiras, porque vai encontrar preços chineses impossíveis de competir. 
A mão de ferro na taxa de juros deve permitir uma reflexão dos que mais sabem de economia: por que aumentar a taxa de juros se não há liquidez neste país? Só oferece privilégio aos bancos.
O dadivoso aos bancos é o governo brasileiro, que é

Acusação contra Aécio: pau que bate em Chico bate em Francisco?

Política

Operação Lava Jato

Acusação contra Aécio: pau que bate em Chico bate em Francisco?


Acusação a Aécio Neves foi completamente ignorada pelos jornais

Geraldo Magela
Aécio-Neves
No caso de Aécio Neves, o silêncio da imprensa ensurdece
Na batalha de Itararé, confronto inexistente, em que se transformou sua sabatina no Senado, o procurador-geral Rodrigo Janotrecorreu a um surrado ditado para jurar isenção e senso republicano: “Pau que bate em Chico bate em Francisco”. Foi uma resposta às provocações inúteis do senadorFernando Collor, denunciado no escândalo da Petrobras por Janot, a quem chama de Janó.
Reconduzido a mais dois anos de mandato por 59 votos a 12, o procurador negou um acordão com o Palácio do Planalto para denunciar Eduardo Cunha, presidente da Câmara, e assim liquidar uma pedra no sapato do governo. Na

Regule o golpe, Gilmar!

Política

Rosa dos Ventos

Regule o golpe, Gilmar!

Sugerimos ao ministro a leitura do livro “A Presidência da República”, de Otto Prazeres
Nesse turbulento mês de agosto, tido como agourento, o ativismo político do ministroGilmar Mendes, integrante do Supremo Tribunal Federal, não fez justiça à toga. Cresceu nele a manifestação descarada deoposição aos governos Lula e Dilma. Indicado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, ao qual serviu na função de advogado-geral da União, este polêmico e controvertido juiz poderia mesmo ser identificado como um tucano de carteirinha.
                                                                                                               Lula Marques/Agência PT
Gilmar-Mendes
Gilmar Mendes não fez justiça à toga
Se ele não faz justiça, justiça se faça a ele. Muitas vezes o magistrado vai além, muito além do próprio ofício e não esconde. Há vários exemplos disso. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Gilmar Mendes participou de um café da manhã na residência oficial do presidente da Câmara,Eduardo Cunha, no qual foi servido também o debate sobre o “agravamento da crise”. Teria sido feita, naquela tertúlia, a avaliação do processo no qual Dilma é investigada por suposto financiamento irregular para a sua campanha eleitoral.
Gilmar sentenciou: “O impeachment foi discutido de forma lateral”. Na semana passada, agiu exatamente a respeito do assunto. Pediu para o

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF

Política

Opinião

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF

por Luis Nassif 

O governo Lula profissionalizou a Polícia Federal, mas não fez o mesmo com a política

Mais do que questões partidárias, a motivação maior da Operação Lava Jato é a revanche de duas operações anteriores que foram sacrificadas pelo jogo político: a Satiagraha e a Castelo de Areia. E é um exemplo eloquente dos erros de Lula e do PT em relação à Polícia Federal.
Castelo de Areia e Satiagraha
A motivação maior da Lava Jato é a revanche de duas operações: a Satiagraha e a Castelo de Areia
No primeiro governo Lula, o Ministro Márcio Thomas Bastos mudou a face da PF e do combate ao crime organizado no país. O reaparelhamento da PF, a criação da Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência), o preparo de procuradores e policiais federais para, junto com técnicos da Receita e do Banco Central, entender os becos intrincados do sistema financeiro, tudo isso fez parte de um processo que mudou o patamar de competência tanto da PF quanto do MPF.
Tinha-se, agora, pela primeira vez no país um sistema de combate ao crime organizado e, ao lado, um modelo político ancestral trafegando na

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

USO POLÍTICO DA POLÍCIA FEDERAL NA OPERAÇÃO LAVA JATO

ROBERTO AMARAL DIZ Vê CLARO USO POLÍTICO DA POLÍCIA FEDERAL NA OPERAÇÃO LAVA JATO

São Paulo

 Afastado da direção do partido após decidir apoiar a reeleição de Dilma Rousseff, o ex-presidente do PSB Roberto Amaral disse em entrevista ao Broadcast Político ver claramente um uso político da Polícia Federal nas investigações da operação Lava Jato. “Tem alguma inteligência articulando isso (os vazamentos dos conteúdos das delações). Isso prejudica o País”, afirmou.
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Amaral cita a forma e as datas em que as informações são vazadas como evidências da manipulação política. Ele questiona, por exemplo, o vazamento da delação de Ricardo Pessoa, da UTC, que implicou dois ministros – Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Comunicação Social) – às vésperas da viagem de Dilma para os Estados Unidos, uma possível agenda positiva para o Planalto. E critica o fato de apenas as doações a petistas estarem no foco dos vazamentos. “A diferença da declaração de campanha entre Aécio (Neves) e Dilma é mínima. Agora, de um lado tem a suposição da ilicitude e do outro, não.”
O socialista pondera, no entanto, que o governo não pode adotar o discurso “suicida” de criticar a PF, pois é uma instituição que precisa ter respeitada sua independência. A solução, para ele, seria haver uma fiscalização de

Deputado apresenta projeto para revogar Lei de Segurança Nacional

Deputado apresenta projeto para revogar Lei de Segurança Nacional

Parlamentar afirma que proposta é apresentada “num contexto de reacionarismo na Câmara e como contraponto progressista à pauta conservadora no Congresso”

por Eduardo Maretti, da RBA publicado
Lei de Segurança Nacional justificou violações de direitos fundamentais em nome de interesses do Estado
Lei de Segurança Nacional justificou violações de direitos fundamentais em nome de interesses do Estado

São Paulo – O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) apresentou hoje (26) o Projeto de Lei 2.769/2015, com a proposta de revogar a Lei de Segurança Nacional, nº 7.170, de 14 de setembro de 1983. “Passados 27 anos da promulgação da Constituição da República de 1988 e 36 anos da Lei de Anistia, não se realizou uma reforma legislativa para suprimir leis e dispositivos que compõem o chamado entulho autoritário”, diz o parlamentar na justificativa da proposta.
À RBA, Damous afirmou que vai convidar outros deputados que têm o mesmo pensamento em relação ao tema, para subscreverem o projeto. “Vamos tentar convencer os colegas para que esse entulho autoritário seja revogado. É remanescente da ditadura e não tem por que continuar em vigor.”
Ele disse também que o atual ambiente de intolerância no país, com manifestações de setores da sociedade que, embora minoritários, pedem o golpe e a volta da ditadura, inspirou a iniciativa. “Não tenha dúvida. E este projeto também é apresentado num contexto de reacionarismo aqui da Câmara, de atentado ao processo civilizatório, da pauta conservadora. É um contraponto progressista à pauta conservadora no Congresso.”
Na justificativa do projeto, Damous faz uma analogia com a Alemanha do pós-guerra, que implementou uma “ampla reforma legal para retirar dispositivos punitivos que serviram de base para a sustentação política do regime nazista”. Já o Brasil ainda convive com instrumentos legais que serviram ao regime de