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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Muito além do Maranhão

Muito além do Maranhão

Crise no Complexo de Pedrinhas, em São Luís, não é caso isolado. Intervenção federal enfrenta obstáculos jurídicos e políticos

População carcerária no Brasil é de 288 a cada 100 mil habitantes


A crise que eclodiu no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), é reflexo de uma série de falhas que acompanham o sistema prisional de todo o Brasil há décadas. O diagnóstico é de Camila Caldeira Nunes Dias, professora da Universidade Federal do ABC e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. Para Dias, falta disposição nas três esferas do Poder para se atacar o problema, cuja origem está na política de encarceramento em massa, nas péssimas condições de cumprimento de penas e na ausência de políticas públicas de prevenção à criminalidade.
A crise no Maranhão ganhou repercussão nacional com a divulgação de um relatório produzido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O documento mostrou que 60 presos foram mortos no interior de estabelecimentos prisionais do Estado no ano passado e que mulheres foram estupradas durante o período de visitas. No Complexo de Pedrinhas, houve episódios de violência extrema com detentos mortos sendo decapitados em confrontos entre facções rivais. Nesta terça-feira 7, um vídeo divulgado pela Folha de S.Paulo mostrou a barbárie em detalhes.
Também nesta terça-feira 7, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recebeu um relatório do governo do Maranhão sobre a

Ações de Barbosa criam mal-estar no STF

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A decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, de sair de férias sem assinar o mandado de prisão contra o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) gerou mal-estar entre alguns ministros da corte, que criticaram a falta de um critério objetivo na execução da última etapa do mensalão.


A Folha ouviu 3 dos 11 ministros, que reclamaram de três pontos da atuação de Barbosa nas prisões:
1. Nem todos os sentenciados tiveram seus mandados de prisão expedidos no mesmo dia em que seus processos foram encerrados, como ocorreu com a primeira leva dos detidos do mensalão;
2. somente um dos dois condenados com problema de saúde já está cumprindo pena. José Genoino está em prisão domiciliar, enquanto o delator do caso, Roberto Jefferson, segue solto no Rio; e
3. o envio a Brasília dos primeiros presos do processo, e posterior permissão para que um deles (Rogério Tolentino) se entregasse e ficasse em

Che Guevara Comente

"Fiz coisas mais importantes na vida", diz militar que capturou Che Guevara

O então capitão Gary Prado prendeu Che Guevara no interior da Bolívia em 8 de outubro de 1967
O então capitão Gary Prado prendeu Che Guevara no interior da Bolívia em 8 de outubro de 1967


 Na madrugada do dia 8 de outubro de 1967, ao receber a denúncia de que guerrilheiros andavam pela região da Quebrada del Yuro, o capitão da 8ª divisão do Exército boliviano, Gary Prado, não pensou duas vezes: arregimentou rapidamente 50 de seus melhores homens e os conduziu até o topo do cânion no qual, de fato, encontravam-se Che Guevara e parte de seu grupo armado, que havia quase um ano tentavam implantar um foco revolucionário no coração da América do Sul.
Após intensa troca de tiros, Che foi preso e conduzido por Prado ao vilarejo de La Higuera, onde foi executado a mando do então presidente da Bolívia, René Barrientos. 
Hoje com 74 anos, o agora general reformado ainda parece uma pessoa de prontidão para o combate – seja ele feito com armas ou palavras. Preso há mais de 30 anos a uma cadeira de rodas, devido a um projétil que destruiu sua espinha durante um evento militar (em um acidente nunca esclarecido), ele mostra-se um homem frio e de consciência tranquila: descreve com humor a ocasião em que, em 1968, quase foi assassinado por um grupo esquerdista no Rio de Janeiro (que queria vingar o guerrilheiro argentino) e rejeita com um sorriso irônico a "maldição do Che", à qual é

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Policial puxa pelo pescoço uma mulher com uma criança no colo durante protesto dos moradores da favela da Mangueira

Policial puxa pelo pescoço uma mulher com uma criança no colo durante protesto dos moradores da favela da Mangueira, na zona norte do Rio de Janeiro




Três são detidos após confronto em protesto de moradores de favela do Rio

Do UOL, no Rio
  • Fábio Teixeira/Parceiro/Agência O Globo
    Policial puxa pelo pescoço uma mulher com uma criança no colo durante protesto dos moradores da favela da Mangueira, na zona norte do Rio de Janeiro
Um protesto realizado por moradores da favela da Mangueira interditou na manhã desta terça-feira (7) a Radial Oeste e outras vias da zona norte do Rio de Janeiro. Na altura da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), no Maracanã, manifestantes atearam fogo a barricadas montadas com lixo e pedaços de madeira, segundo informações da Polícia Militar.
Em um princípio de confronto, PMs chegaram a utilizar spray de pimenta e bombas de efeito moral na tentativa de dispersar as pessoas que participavam do ato. Três foram detidas por desacato, de acordo com o 4º BPM (São Cristóvão), e conduzidas para a delegacia da região (18ª DP).



Protestos no Rio de Janeiros


7.jan.2014 - Manifestantes protestam contra a Galileo Educacional, que administra a Universidade Gama Filho, na avenida Rio Branco, centro

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

50 Anos do Golpe de 1964

Escravidao

Maranhão

Presos filmam decapitados em penitenciária no Maranhão; imagens são fortes

Do BOL, em São Paulo
"Tem que ajeitar o foco", diz um preso a um colega que usava a câmera do celular para registrar uma rebelião sangrenta no complexo presidiário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão.  O resultado do registro releva imagens de horror explícito.
Desde os últimos dias de dezembro de 2013, o Estado passa por um uma onda de violência promovida por grupos que operam nos centros penitenciários. Os números mostram que 62 presos já foram mortos e uma garotinha de 6 anos, que foi vítima de queimaduras durante um atentado a ônibus, também morreu.
O vídeo de 2 minutos e 32 segundos, obtido com exclusividade pela Folha de S.Paulo, tem imagens muito fortes, em que

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CEARÁ - Jovem decapitado

crueldade

Jovem de 20 anos atingido a tiros e decapitado no Pici

Os moradores da Rua Uruguaiana, no bairro Pan-Americano, se depararam com um cena macabra, na primeira manhã do ano. Havia um corpo sem a cabeça estendido na rua, com marcas de tiros. A cabeça do homem foi jogada no campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), no Pici, pelos autores do crime.

O cadáver sem cabeça foi encontrado pelos moradores no começo da manhã de ontem. A Polícia foi acionada mas não conseguiu, ainda, identificar os matadores

De acordo com informações da Polícia Militar, Francisco José Ferreira, 20, morava na rua em que foi morto. Ele não tinha passagens pela Polícia e o autor da execução não foi identificado, apesar de buscas realizadas pelas patrulhas da área.

Bala

O delegado Ricardo Romagnoli, diretor adjunto da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), esteve no local do crime e colheu os dados preliminares do crime. Segundo ele, a morte teria acontecido durante a madrugada. Três tiros - um nas costas, um na virilha e um cabeça - atingiram a vítima.

Perito conduz a cabeça da vítima em um saco plástico. O crime deixou a vizinhança chocada fotos: Bruno Gomes

O perito Pedro Amaro, da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), disse que ainda não podem precisar com que instrumento a cabeça de Ferreira foi arrancada, mas provavelmente com uma faca.

Fonte diario do nordeste