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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dilma revê promessa para apressar desapropriações

 Dilma revê promessa para apressar desapropriações


Ouvir o textoA presidente Dilma Rousseff voltou a desapropriar terras para fins de reforma agrária na semana passada sem cumprir a promessa de submeter os futuros assentamentos no campo a estudos aprofundados de viabilidade econômica antes de implantá-los.
Em janeiro deste ano, uma portaria baixada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário determinou que novas áreas só seriam desapropriadas após a realização de estudos completos. No início de outubro, nova portaria eliminou essa exigência para cerca de 100 processos que já estavam em andamento.
A nova portaria deu a Dilma a possibilidade de retomar a reforma agrária após dez meses sem fazer novas desapropriações. A lentidão do

Inflação semanal avança na última apuração de outubro

Inflação semanal avança na última apuração de outubro

 

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de outubro apresentou variação de 0,55%, 0,06 ponto percentual acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,20% no ano e 5,36%, nos últimos 12 meses.
Nesta apuração, seis das oito classes

Lei de Anistia

1 de novembro de 1979 – Regulamentada a Lei de Anistia
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No processo de derrocada do regime militar no Brasil, o Presidente João Figueiredo regulamentou por decreto a Lei de Anistia – Lei número 6.683, de agosto daquele ano – e estabeleceu que os servidores públicos e militares por ela beneficiados, teriam de requerer o retorno ao serviço ativo até 26 de dezembro. A lei foi de encontro à vontade da população, que pedia por anistia ampla e geral, já que beneficiou apenas 4.650 pessoas punidas por

As compras curiosas do governo (com seu dinheiro) em outubro

As compras curiosas do governo (com seu dinheiro) em outubro

De uma compra gigantesca e "urgente" de papéis higiênicos a vinhos de 5 litros, confira os gastos do governo em nada relacionados a obras ou salários de funcionários


Manifestantes e policiais entram em confronto no centro de Roma

Manifestantes e policiais entram em confronto no centro de Roma

Protesto por melhorias na habitação foi reprimido pela polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas. Entre elas, um agente de segurança

O protesto por melhorias na habitação foi fortemente reprimido pela polícia (Foto: EFE/Angelo Carconi)

Um protesto convocado pelo "Movimento pela habitação", que reivindica melhoras nas moradias, terminou em confronto entre manifestantes e policiais no centro de Roma, na Itália. Durante a confusão, os manifestantes lançaram garrafas, moedas e ovos contra os Carabinieri (policiais militares da Itália), que revidaram com gás lacrimogêneo.
Os enfrentamentos com as forças da ordem eclodiram quando grupos de

Enem 2013: Anglo Vestibulares questiona gabarito oficial em nove pontos

Vestibular

Enem 2013: Anglo Vestibulares questiona gabarito oficial em nove pontos

O Anglo Vestibulares questiona em nove pontos o gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira.
Segundo Luís Ricardo Arruda, coordenador-geral do Anglo Vestibulares, há duas questões sem alternativas possíveis. São as de número 82 e 87 (prova branca), da área de ciências da natureza. "Os candidatos mais bem preparados certamente ficaram confusos. Há imprecisão nos enunciados e nenhuma resposta está, a rigor, correta", diz. 
Também foram apontados casos em que a alternativa dada como certa é, na visão do Anglo, incorreta, e perguntas com mais de uma resposta válida.
Confira na lista a seguir os nove itens questionados pelo Anglo Vestibulares.

Enem 2013: nove respostas do gabarito oficial do Enem são questionadas

Anglo Vestibulares discorda de alternativas apontadas pelo MEC

Questão 16 (prova branca)

. alternativa correta pelo gabarito oficial: B
. alternativa correta pela correção do Anglo: C
"A alternativa B faz referência à 'extensão da cidadania aos homens livres'. Aqui, torna-se

Seguro-desemprego

Governo estuda obrigar beneficiários do seguro-desemprego a fazer curso de qualificação

Juntos, os gastos com o seguro-desemprego e o abono salarial devem encerrar o ano em R$ 45 bilhões

Agência Brasil

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Os trabalhadores que recebem o seguro-desemprego poderão ser obrigados a fazer curso de qualificação para ganhar o benefício, disse nesta quinta-feira (31) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, o governo estuda a medida para conter o aumento dos gastos com o benefício, que crescem cerca de 10% ao ano e devem encerrar 2013 em torno de R$ 30 bilhões.

O governo também quer segurar o aumento dos gastos com o abono salarial, pago uma vez por ano a trabalhadores cadastrados no Programa de Integração Social (PIS) que recebem até dois salários mínimos. O ministro, no entanto, não anunciou que medidas podem ser tomadas em relação a esse benefício, cujas despesas cresceram 17% neste ano e devem alcançar R$ 15 bilhões em 2013.

Juntos, os gastos com o seguro-desemprego e o abono salarial devem encerrar o ano em R$ 45 bilhões, o equivalente a 1% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país.

Na próxima semana, o ministro pretende reunir-se com as centrais sindicais para discutir as medidas. Segundo Mantega, a contenção de gastos com o seguro-desemprego e o abono salarial é necessária para assegurar o cumprimento das metas fiscais e a redução das despesas públicas.

“Estamos, a todo momento, tomando medidas para reduzir custos e melhorar resultado fiscal. As grandes despesas, como [os gastos com] o funcionalismo, os juros [da dívida pública] e as aposentadorias, estão sob controle, mas outros gastos estão ganhando envergadura e tornando-se maiores”, explicou o ministro.

De acordo com Mantega, causa estranheza na equipe econômica o fato de as despesas com o seguro-desemprego estarem subindo apesar de o emprego ter aumentado neste ano. Ele atribui esse crescimento ao aumento da rotatividade dos trabalhadores e a possíveis fraudes de empresas, que legalmente demitem funcionários, mas os mantêm no emprego pagando parte do salário com os recursos do benefício.

Desde este mês, o governo exige que o trabalhador faça curso de