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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Andrew Hurrell

Entrevista - Andrew Hurrell

“EUA foram longe demais e é bom que isso seja dito”

Após discurso de Dilma na ONU, professor de relações internacionais de Oxford defende uma “posição clara” de repúdio de países como o Brasil em relação à política de segurança americana 
O professor de relações internacionais de Oxford, Andrew Hurrell
Andrew HurrellOs Estados Unidos têm razão em se preocupar com a sua segurança, mas o caso de espionagem contra autoridades brasileiras mostra que o Washington foi longe demais. É o que afirma o professor do departamento de política e relações internacionais da universidade Oxford Andrew Hurrell.

Segundo Hurrell, ao manifestar o “repúdio” e a “indignação” aos casos de espionagem, durante a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff deixou claro que os Estados Unidos passaram dos limites. “Penso que é tremendamente importante que líderes políticos de diferentes partes do mundo contestem o que está acontecendo”, afirmou Hurrell, um dos principais convidados do 37º Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciência Sociais (Anpocs), realizado em Águas de Lindóia, no interior de São Paulo.

Luta pela água será maior a cada dia, alertam especialistas

Luta pela água será maior a cada dia, alertam especialistas

Luta contra o desperdício deve estar no topo das prioridades

 

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A disputa por água será cada vez maior no mundo, se não forem aplicadas medidas para usar este recurso natural de forma eficiente, alertaram nesta quarta-feira especialistas durante um fórum continental realizado em Campana, 62 km ao norte de Buenos Aires.
"Em diferentes fóruns é analisada como possibilidade que, se houver uma terceira guerra mundial, esta será pela água", declarou à AFP o espanhol

NSA diz imprensa exacerbou denúncias de espionagem dos EUA

NSA diz imprensa exacerbou denúncias de espionagem dos EUA

Diretor afirma que ações buscavam defender o país


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O diretor da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) disse nesta quarta-feira que as revelações sobre os programas de vigilância de comunicações foram "dramatizadas e exacerbadas" pela imprensa. "O que foi destacado, na maior parte das mídias, foi que nós ouvimos conversas e lemos e-mails. Não é verdade. O nosso trabalho é defender o país, é uma missão nobre", disse o general Keith Alexander, na Billington Cybersecurity Summit, uma conferência em Washington sobre segurança na informática.

Mais Médicos: AGU pede que PGR investigue conselhos de medicina

Mais Médicos: AGU pede que PGR investigue conselhos de medicina

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apure as ocorrências de condutas ilícitas praticadas pelos Conselhos Regionais de Medicina e por seus dirigentes que se recusam a cumprir a Medida Provisória 621/2013, que institui o "Programa Mais Médicos para o Brasil". O pedido foi protocolado nesta quarta-feira (25) e é direcionado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
No documento, a AGU alerta para a "reação política e corporativista" dos Conselhos contra o Programa que tem como objetivo melhorar a universalização da saúde  pública no país. Sustenta, ainda, que a conduta das entidades tem causado atraso na implementação da política pública que beneficiará milhares de brasileiros que moram em municípios carentes de médicos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

BH - Paralisação de rodoviários

Paralisação de rodoviários deixa 240 mil sem ônibus em BH
 
Uma paralisação promovida por motoristas e cobradores desde as 6h desta quarta-feira (25) deixou 242 mil pessoas sem ônibus em três estações de Belo Horizonte.

Segundo a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte, as estações Barreiro e Diamante (região oeste) e a estação Venda Nova (norte) estão totalmente inoperantes.
A manifestação, programada inicialmente para durar somente na parte da manhã, seria, conforme o sindicato, um meio de pressionar os vereadores da cidade a votarem projeto de lei que contempla a volta do cobrador nos ônibus que circulam no horário noturno.
Atualmente, segundo a entidade, o motorista faz a cobrança dentro dos veículos. Uma audiência esta agendada para as 9h30 na Câmara de Vereadores de Belo Horizonte para discutir o assunto.
Segundo a BHTrans, empresa que gerencia o tráfego na cidade, 72 mil usuários passam diariamente pela estação Venda Nova. Já na estação Diamante, o fluxo gira em torno de 65 mil pessoas. A estação Barreiro recebe o maior contingente, calculado em 105 mil passageiros.
A empresa afirmou que não há esquema especial para atendimento emergencial nesses locais. A Polícia Militar acompanha a manifestação e, até o momento, não registrou nenhuma ocorrência nos locais.
Segunda paralisação
Esta é a segunda paralisação realizada pelo sindicato em menos de um mês na cidade.
No dia 30 de agosto, as estações Diamante e Barreiro foram alvo de manifestação promovida pelos motoristas e cobradores que durou boa parte do dia e fez com que os ônibus não saíssem dos locais.
Na ocasião, além do pedido da volta dos cobradores no período noturno, a categoria exigia melhoria na condição de trabalho, participação no lucro das empresas e o fim das multas administrativas que seriam aplicadas aos trabalhadores.
O movimento fez parte do Dia Nacional de Paralisação promovido por centrais sindicais do país.

Mujica critica sociedade capitalista em discurso na Assembleia da ONU

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Presidente uruguaio lamentou embargo a Cuba, colonialismo nas Malvinas e a pobreza na América Latina; confira vídeo com discurso na íntegra

Lei Maria da Penha não diminui assassinato de mulheres no Brasil

Lei Maria da Penha não diminui assassinato de mulheres no Brasil, diz Ipea

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresentado da manhã desta quarta-feira (25) mostra que a implantação da Lei Maria da Penha não causou o impacto desejado na redução da morte de mulheres decorrentes de conflitos de gênero no país.
Segundo a pesquisa, apresentada em audiência da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, ocorrem 5.000 casos de feminicídio (assassinato de mulheres) por ano no Brasil.