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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Protestos pelo Brasil

Protesto em Vitória acaba em confronto e depredação

Nesta quinta-feira (4), a sexta manifestação que atinge a Grande Vitória desde a onda de protestos que chegou ao Espírito Santo no dia 17 de junho --quando 100 mil foram às ruas na capital capixaba em uma passeata pacífica-- teve um final tenso, em mais um confronto entre manifestantes e Polícia Militar.

                                 Mapa dos protestos

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A passeata saiu da concentração na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória, por volta das 18h30 e se encaminhou à praça do Pedágio da 3ª Ponte, onde se encontraram com pessoas que atravessaram a ponte no sentido Vila Velha x Vitória para se unir à passeata.
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do ES (Sesp) estima que, por volta das 20h30, pico de concentração, cerca de 3.000 pessoas estavam no local. Houve confronto com a polícia e um segurança da Rodosol, concessionária que administra a ponte, foi atingido pelo fogo gerado por um coquetel Molotov que teria sido jogado por manifestantes.
De acordo com a assessoria de imprensa da Rodosol, o segurança foi encaminhado a um hospital e estava consciente, mas com as pernas queimadas. A Sesp contabilizou seis cabines de pedágio danificadas.
O governo informou ainda que escoltou cerca de 300 pessoas de volta a Vila Velha pela ponte. No trajeto, ocorreram novos conflitos e os civis teriam destruído os cabos de luz, gerando um apagão no vão central da ponte.
O fim do pedágio da ponte que une Vitória e Vila Velha, na região Metropolitana, é a causa local que mais ganhou força no Espírito Santo nas recentes manifestações. Desde terça-feira, um grupo de cerca de 50 pessoas está no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa do Estado, onde um decreto que prevê o fim da cobrança deveria ter sido votado no último dia 2. 
                     
5.jul.2013 - Após protestos na noite de quinta (4), policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar reforçam o policiamento na manhã desta sexta na rua onde mora o governador Sérgio Cabral, no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

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