LUIZ GONZAGA GRAVA “ASA BRANCA” NO RIO DE JANEIRO
Há 71 anos… dia 3 de março de 1947.
Se o carioca Euclides da Cunha e o alagoano Graciliano Ramos abordaram o tema em palavras – com Os Sertões e Vidas Secas, respectivamente -, foi pela voz do pernambucano Luiz Gonzaga que o Brasil de fato conheceu, em música, a dura vida do sertanejo nordestino.
“A partir de ‘Asa Branca’ o Brasil viu o drama através da voz do próprio nordestino. É dessas coisas que a poesia e a literatura conseguem fazer, transportar através da linguagem as pessoas a vivenciar a dor do outro”, explicou o professor e historiador Armando Andrade, em