Impostometro

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Lei antiterrorismo

Lei antiterrorismo "é quase uma repetição da época da ditadura civil-militar", diz presidente do DHH

Reprodução/Youtube
"O exemplo que temos de gente presa até hoje dói na carne. É o Rafael, um morador de rua, que carregava um pinho sol para higienizar o lugar em que ele dormia. Ele foi condenado a cinco anos. É isso que a gente quer? A gente tem que lembrar que polícia arbitrária é arbitrária para todos, essa polícia não serve a ninguém. Polícia que comete crime não presta, tem que ser evitada. Agora, pior é o governante que estimula a prática do crime", avalia o presidente do DHH
Por Cátia Guimarães,
João Tancredo é advogado e presidente do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), que tem atuado na defesa dos presos políticos das manifestações no Rio de janeiro.  Nesta entrevista, ele diz que a legislação brasileira atual dá conta de todos os crimes eventualmente cometidos nas manifestações e defende que o que está por trás da proposta de lei antiterrorismo, que tramita no Congresso Nacional, são os interesses econômicos ligados à Copa do Mundo.

Nos países em que existe alguma legislação específica sobre terrorismo, ela também vem como resultado de algum ato de comoção social, como a história da morte do Santiago Andrade?

Normalmente acontece a chamada legislação de ocasião. São leis criadas em decorrência de determinado fato e logo depois de comprova que isso é um equívoco. Inclusive, se você cria uma legislação que só tem a parte punitiva, ela tem vida útil muito curta.

O argumento que tem sido usado para a necessidade de criação de uma lei que tipifique o terrorismo é que os “vândalos” são presos mas não se consegue mantê-los presos porque não existe uma lei para enquadrá-los. Isso é verdade?

Não é verdade. O Brasil é um dos poucos países que têm lei para tudo. Então, basta usá-las. A questão é que eles

Eduardo Brandão de Azeredo

Em carta de renúncia, Azeredo Diz Que "Tragédia desabou sobre SUA familia"

Em SUA carta de renúncia AO Mandato Parlamentar , entregue Nesta quarta-feira (19) à Câmara, o Deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) Que Disse "versões Dadas AOS Fatos, Sem cerimónia, estraçalham a Vida Pessoal Como num atropelamento Inesperado na travessia de rua UMA ".
Ele. E REU nenhuma Julgamento do mensalão mineiro nenhum STF (Supremo Tribunal Federal).
O tucano afirmou AINDA Opaco "Uma Tragédia desabou sobre MIM ea Família Minha, arrasando o Meu nome ea Minha Reputação, construidos com zelo permanente a Partir fazer Legado exemplar Opaco recebi dos MEUS saudosos Pais".
"Comunico a ESTA Casa do Congresso Nacional e à Opinião Pública Opaco, Neste Ano, renuncio AO Mandato de Deputado Federal QUE MIM FOI POR conferido milhares de eleitores mineiros. Deixo o parlamento parágrafo dedicar Todos Os Meus Dias A Defesa de Minha Honra e de Minha Liberdade ", CONCLUI o tucano.
Leia abaixo a íntegra da carta:
QUEM assumir uma Atividade politica se sujeita a, repentinamente, encarar situations dramáticas e ATÉ impensáveis, ditadas pelas Mudanças de Conjuntura e POR Ataques, pressões e Interesses de adversarios. Conforme versões Dadas AOS Fatos, Sem cerimónia, estraçalham a Vida Pessoal Como num atropelamento Inesperado na travessia de UMA rua. Localidade: Não importa o Que uma Pessoa e EO Que fez JÁ los favor da Sociedade e dos Ideais Opaco escolheu SERVIR.
E ASSIM QUE MIM SINTO Hoje! Uma Tragédia desabou sobre MIM ea Família Minha, arrasando o Meu nome ea Minha Reputação, construidos com zelo permanente a Partir do Legado exemplar Opaco recebi dos MEUS saudosos

O “legado” da Copa na África do Sul

O “legado” da Copa na África do Sul

Laura Capriglione
A repórter Laura Capriglione mostra o que a Fifa e o governo sul- africano varreram pra baixo do tapete durante a Copa

Por Laura Capriglione
Durante a Copa do Mundo da África do Sul, o centro do Johannesburgo era o lugar perfeito para não estar. Naquele junho de 2010, guias turísticos faziam questão de advertir: “À noite, não vá!”
O normal ali é a polícia se retirar assim que o sol se põe e o comércio baixa as portas. Sem lei, os quarteirões ficam, então, entregues ao submundo do tráfico, a usuários em busca de droga, aos loucos, aos sem-teto, aos refugiados de tantos países africanos.
Naquele mês, não. O que não faltava era polícia. Vai que um turista desavisado resolvesse dar um rolé pelas ruas…
Como repórter cobrindo a Copa do Mundo, eu tinha sido convidada com outros colegas pelo bispo da Igreja Metodista Sul-Africana, Paul Verryn, a conhecer uma situação que julguei impossível de ver exposta aos olhos da mídia de todo o mundo, em uma cidade-sede da Copa do Mundo.
Nem havíamos bem estacionado o carro, quando duas viaturas aproximaram-se ansiosas. De dentro de uma delas, saiu o sargento Nzama Ngobeni que foi logo advertindo: “Eu, se fosse você, não entraria aí. Tudo pode acontecer em um lugar como esse”. Fomos.
Acompanhados por um assistente de Verryn, entramos na escuridão do prédio, onde pelo menos 2.000 pessoas acotovelavam-se no chão, em um frio de 0ºC. No lugar de colchões, papelão.
O cheiro azedo de urina e suor, misturado a alguns restos de comida, criava uma atmosfera nauseante. Como

Ucrânia

Presidente da Ucrânia diz que líderes opositores violam lei e terão que responder na Justiça

Governo de Viktor Yanukovich deve sofrer sanções da União Europeia nesta quarta-feira por mortes de manifestantes
O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, advertiu nesta quarta-feira (19/02) que os líderes da oposição vão responder nos tribunais por convocarem os manifestantes a enfrentarem as forças do governo.


"Passaram dos limites quando convocaram o povo a recorrer às armas. E isso é uma clara violação da lei. Os criminosos devem comparecer perante a Justiça, que determinará sua punição. Não é um capricho meu, é minha obrigação
Agência-EfePolícia e manifestantes seguem em praça na capital ucraniana

Protestos na Venezuela

Protestos na Venezuela: web é usada para difundir imagens falsas ou descontextualizadas
Reprodução
A partir da internet, saber o que de fato acontece nas ruas da capital e de outras cidades do país é impossível
18/02/2014
Marina Terra,

Em abril de 2002, a atuação dos principais veículos de comunicação privados na Venezuela foi decisiva para a derrubada – apesar de breve – de Hugo Chávez. Conforme depois o documentário A revolução não será televisionada demonstrou, a manipulação de imagens e informação armou o cenário e legitimou o golpe de Estado contra o presidente venezuelano, dentro e fora do país.

Agora, em 2014, as recentes manifestações contra Nicolás Maduro, eleito após a morte de Chávez, ano passado, também teriam sido manipuladas somente por televisões e jornais, de acordo com denúncias do atual governo, mas igualmente na web – espaço que há 12 anos não tinha o mesmo potencial informativo e político.


Na Venezuela, as redes sociais, com destaque para o Twitter, são amplamente usadas por ambos os lados, tanto que o próprio presidente e políticos da oposição o usam para fazer anúncios e se comunicar com seus seguidores. Desde quarta-feira (12/02), quando uma marcha opositora culminou em violência no centro de Caracas, diversas montagens e imagens falsas contra Maduro e o governo foram disseminadas, inclusive por jornalistas de redes como a CNN.

Leia também, no Especial 15 Anos de Chavismo:

A partir da internet, saber o que de fato acontecia nas ruas da capital e de outras cidades do país foi impossível. No entanto, logo, a origem real de algumas imagens que eram compartilhadas, mostrando repressão policial e demonstrações multitudinais de apoio à oposição, foram reveladas. Fotos de protestos no Chile, Egito, Tailândia e até Brasil foram usadas "como prova" de que a polícia venezuelana reprimia violentamente, enquanto imagens de atos pró-independência da Catalunha foram apresentadas como marchas oposicionistas em Caracas.

Veja alguns exemplos encontrados no Twitter:

Tida como venezuelana, a imagem abaixo foi feita em junho de 2013, no Brasil:


Nesta foto, guardas usando um

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Raquel Sheherazade

Raquel Sheherazade e o discurso do ódio

O que Sheherazade pretende com esse discurso maluco, criminoso e mentecapto? 

Foram identificados, pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, os dois primeiros suspeitos de terem torturado e amarrado um jovem nu a um poste na Avenida Oswaldo Cruz, no Flamengo. Os dois, embora presumidos inocentes, apresentam extensa folha de registros criminais. João Vitor é acusado de estupro, lesão corporal, furto em um condomínio e ameaça. Raphael responde por uso de drogas e por recusa ao serviço eleitoral. Parafraseando a linguagem chula e apologeticamente criminosa de Sheherazade, "estão mais sujos do que pau de galinheiro". Seriam, portanto, segundo seu padrão aético e imoral de ver o mundo, "marginais" que estariam prontos para serem "adotados". Ela deveria dar o primeiro exemplo.
Testemunhas afirmam que o

Manifestante, bandido e terrorista

Manifestante, bandido e terrorista

O manifestante tem direito e liberdade de criticar, de se reunir, de protestar, ainda que isso cause certa “desordem pública”... 

 LUIZ FLÁVIO GOMES

Professor de Direito do Ensino Superior Luiz Flávio GomesManifestante é manifestante, bandido é bandido e terrorista é terrorista. O legislador e a polícia estão confusos (por ignorância ou por má-fé) e não estão sabendo distinguir o joio do trigo. Manifestante legítimo, que está descontente com sua situação salarial ou com a brutal desigualdade aqui implantada ou com sua crise de governabilidade do país, que não lhe oferece serviço público de qualidade (educação, saúde, transportes etc.), não é bandido, porque ele não faz uso da violência, não sai por aí quebrando bens públicos ou privados, não usa máscara e não recebe nenhum dinheiro para jogar no time do “quanto pior melhor”. O manifestante tem direito e liberdade de criticar, de se reunir, de protestar, ainda que isso cause certa “desordem pública” (no trânsito, nas vias públicas). O projeto que criminaliza genericamente a desordem pública é mais reacionário que a legislação da ditadura militar e aniquila todas as liberdades duramente conquistadas pelo povo.
Bandido é outra categoria, é o que sai mascarado quebrando tudo que vê pela frente, é o que não respeita nem coisas nem pessoas, é o que ganha para promover a quebradeira geral, é o que criminosamente dispara rojões para matar pessoas. Os bandidos são contra a democracia, não querem dialogar e usam a violência como meio de protesto. Devem ser reprimidos, não há dúvida, mas para isso não necessitamos de novas leis penais, o que sempre dá ensejo ao charlatanismo dos legisladores oportunistas, que vivem em