Impostometro

terça-feira, 5 de junho de 2018

NUTRIÇÃO

Se o cérebro precisa de açúcar para funcionar, por que devemos parar de consumi-lo?

Mecanismo que abastece nosso organismo de glicose é um exemplo de sobrevivência

azucar alimentos

Como disse o escritor e químico italiano Primo Levi em seu livro O Sistema Periódico, de 1975, “o destino do vinho é ser bebido, e o da glicose é ser oxidada”. Assim, não é à toa que esse composto orgânico é o principal combustível que fornece energia às células do organismo. Também aos neurônios do nosso cérebro, que, assim como o de todos os mamíferos, precisa de uma dose constante de glicose para funcionar.
No entanto, a OMS recomenda reduzir o consumo de açúcar livre (o que se acrescenta, não o que se encontra de forma natural em alguns alimentos como a frutose, nas frutas, ou a lactose no leite) a menos de 10% da ingestão calórica total do dia, e inclusive estimula que esse consumo seja inferior a 5%, pois isso “produziria benefícios adicionais para a saúde”. Neste ano, também a indústria alimentícia entrou num processo de reformulação de seus produtos para reduzir esses açúcares, além do sal e das gorduras saturadas. Mas por que, se a glicose é fundamental para o funcionamento do cérebro, não é bom que

22ª Parada LGBT

DIVERSIDADE

Com tom político, 22ª Parada LGBT reúne milhares de pessoas e homenageia Marielle

Sob o tema “Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”, o evento chamou atenção para o voto consciente

Brasil de Fato | São Paulo (SP)
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22ª Parada LGBT reúne milhares de pessoas em São Paulo  - Créditos: Joca Duarte

Ciro Gomes

Política

Entrevista - Nelson Marconi

Baixar salários não torna País mais competitivo, diz economista de Ciro

por Carlos Drummond — publicado 05/06/2018 00h30, última modificação 04/06/2018 15h13
Redução indiscriminada de custos tem impacto social elevado e não basta para concorrer com a China, argumenta o assessor




 
      
                                                                                    JF DIORIO/Estadão Conteúdo

Marconi: É preciso ganhar mercado com avanços de produtividade e diferenciação, e não pela redução indiscriminada de custos, que tem impacto social elevado, defende







O Brasil deve ganhar mercado pelos avanços de produtividade e por meio da diferenciação de produtos, como fazem diversos países, e não pela redução indiscriminada de custos a exemplo de baixar salários, que tem um impacto social muito elevado e, ainda assim, poderia ser insuficiente para o País competir com a China e outros países nos mercados de alguns produtos de baixo custo e elevada escala de produção.

A análise é do economista Nelson Marconi, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Fórum de Economia e do Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo da FGV e ainda do programa econômico do pré-candidato Ciro Gomes. Defende um ajuste fiscal, mas baseado na análise das despesas correntes e

sábado, 26 de maio de 2018

Forças Armadas


Acionar Forças Armadas é "apagar o fogo com gasolina", dizem centrais sindicais
Por iG São Paulo | 25/05/2018 16:17 - Atualizada às 25/05/2018 16:36
    CUT, Força Sindical e outros grupos criticaram autorização de Temer para Forças Armadas atuarem contra caminhoneiros e se prontificaram a negociar
      Caminhoneiros mantiveram mobilização com bloqueio de rodovias apesar de acordo com o governoTânia Rêgo/Agência Brasil - 25.5.18
Caminhoneiros mantiveram mobilização com bloqueio de rodovias apesar de acordo com o governo

Os presidentes das principais centrais sindicais do País assinaram nota na tarde desta sexta-feira (25) em reação à  decisão do governo Michel Temer em autorizar o uso das Forças Armadas e forças federais de segurança para liberar rodovias bloqueadas por caminhoneiros em greve. 
No texto, os líderes das centrais sindicais  afirmam que a medida equivale a uma tentativa de "apagar o fogo com gasolina" e defendem a negociação dialogada com os caminhoneiros – que  não aderiram ao acordo firmado nessa quinta-feira (24) por líderes da categoria e que previa a suspensão da greve pelo período de

Crise

Política

Crise

Temer, um “pepino” para a direita na corrida eleitoral

por André Barrocal — publicado 25/05/2018 18h49, última modificação 26/05/2018 11h32
Com o desemprego em alta e a greve dos caminhoneiros, DEM, MDB, PSDB e o “mercado” rifam o presidente. O Congresso retoma a pauta da eleição indireta
Temer, um "pepino" para a direita na corrida eleitoral
Ninguém quer aparecer na foto ao lado de Temer


Se havia dúvida, foi desfeita pelos caminhões parados. O presidente Michel Temer tornou-se um “pepino” eleitoral para os donos do poder. Seus parceiros de impeachment na política e no “mercado” desesperam-se. E, na moita, até fazem andar uma lei definidora das regras de uma eleição indireta para o caso de o País ficar sem

CRISE DOS COMBUSTÍVEIS NO BRASIL

O movimento fragmentado que uniu direita, esquerda e a insatisfação contra Temer

Um dia depois de o Governo comemorar um acordo que poderia solucionar a crise, greve se mostrou mais complexa e aglutinadora do que se previa

FOTO: Protesto no Distrito Federal em apoio aos caminhoneiros. / VIDEO: El presidente do Governo, Michel Temer. 

Missionária Dorothy Stang

IMPUNIDADE

Justiça manda soltar assassino de Dorothy Stang

Ministro do STF Marco Aurélio concede habeas corpus a um dos mandantes do crime, ocorrido em 2005

Brasil de Fato | São Paulo
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