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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Anpocs

Política

37º Encontro Nacional da Anpocs

"O que aconteceu de junho pra cá? Nada"

Para o cientista político Marco Aurélio Nogueira, da Unesp, após o choque das manifestações, o sistema político tradicional se recompôs
A montanha pariu um rato. Segundo o cientista político Marco Aurélio Nogueira, professor de titular de teoria política da Unesp, este é o balanço das mudanças políticas prometidas após os protestos de junho. As manifestações, de acordo com o professor, provocaram um “choque” no sistema político tradicional. Mas, um mês depois, este sistema se recompôs e voltou a operar com a mesma (e velha) “monstruosidade”.
Protestos no Rio
Manifestantes se concentram na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em ato em defesa do uso de máscaras em protestos. "Reformas prometidas por governos foram um blefe", disse sociólogo

A análise foi feita durante um debate sobre o resultado dos protestos no 37º Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), em Águas de Lindoia, no interior de São Paulo. Participaram do encontro o filósofo e professor da Unicamp Marcos Nobre, pesquisador o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), o sociólogo Marcelo Ridenti, professor titular da Unicamp, e a militante do Movimento Passe Livre (MPL) Mariana Toledo.

O tiro no pé das entidades médicas

O tiro no pé das entidades médicas

Saúde pública

Rechaçar programa do governo, sem propor alternativas, evidenciou dilemas de profissão atordoada com tecnologia e massificação do atendimento
é o blog do site Outras Palavras em CartaCapital. Aqui você vê o site completo]
As entidades que em teoria representam a classe médica deram um tiro no pé. Ao se oporem ao programa “Mais Médicos”, tudo o que conseguiram foi fortalecer a imagem de elitistas e corporativistas que vem nutrindo ao longo das últimas décadas.
Jaru-RO: posto de saúde pichado em março, por moradores obrigados a percorrer 30 quilômetros até médico mais próximo

Nem sempre foi assim. Há não muito tempo atrás a medicina era vista como um dom, um sacerdócio. O médico era como o padre, sabia da vida das famílias que assistia – suas angústias, aflições. Era, além de cuidador, conselheiro. Mas o perfil do cuidado em saúde mudou. A tecnologia trouxe avanços de forma muito rápida e talvez o médico não tenha sabido conciliar os novos conhecimentos com a antiga e preciosa escuta do doente. Além disso, o acesso à saúde ampliou-se bem mais que a quantidade de médicos formados, de maneira que os que estavam no mercado precisaram captar os novos pacientes, em detrimento do tempo de atenção a cada um.

“Eles têm que saber perder”, diz Eduardo Campos, em resposta a Ciro Gomes

“Eles têm que saber perder”, diz Eduardo Campos, em resposta a Ciro Gomes

 Ao iG, governador de Pernambuco evita críticas diretas ao ex-ministro Ciro Gomes, mas ressalta que maioria decidiu pelo desembarque do governo Dilma

Após ser criticado pelo ex-ministro da Integração Nacional Ciro Gomes , o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, evitou o ataque direto, mas afirmou que a decisão do partido de desembarcar do governo de Dilma Rousseff foi uma vitória da maioria do PSB que defende sua candidatura à Presidência da República. Sem citar o nome de Ciro, Eduardo Campos referiu-se ao grupo político liderado por ele e por seu irmão, Cid Gomes, como vencido na tentativa de fazer com que o PSB seguisse no apoio à presidente.
“Nós fizemos uma disputa política e nós vencemos. E como nós vencemos, nós temos que saber vencer. Eles têm que saber perder. Se a gente não souber ganhar a gente não ganha mais nunca. A posição política nossa foi aprovada por quase a unanimidade do partido. Só houve uma abstenção”, disse Campos.
O único voto divergente na decisão tomada pela executiva do PSB de entregar à Dilma todos os cargos negociados pela direção nacional da legenda foi de Cid Gomes. Nesta semana, os irmãos Gomes, além de muitos aliados no Ceará decidiram deixar a legenda.
Ciro, por sua vez, não sai do partido sem criticar duramente a intenção de Eduardo Campos de se candidatar a presidente da República no próximo ano. Ele disse que a candidatura de Eduardo Campos é um projeto pessoal apresentado com truculência ao partido. Ciro disse que Campos deve a ele “correção moral e decência”.
Eduardo Campos evitou polemizar. “Eu trato as coisas na política. Esse é o meu jeito de fazer e eu não vou alterar isso porque eu vivo assim e vivo em paz”, disse Eduardo Campos ao iG. “Vamos nos colocar sempre no debate, regidos pelo equilíbrio e pelo bom senso, pelo respeito às pessoas que divirjam da gente. Essa é a minha forma de fazer e eu não vou alterar isso, porque essa é a forma que eu vivo e que eu trato todos os outros assuntos”, disse Campos.

Fonte:  http://ultimosegundo.ig.com.br/

Conheça os 5 principais argumentos de quem nega bolha imobiliária no Brasil

Conheça os 5 principais argumentos de quem nega bolha imobiliária no Brasil

Crédito seletivo, cota de financiamento menor e baixa especulação indicam mercado seguro


Thinkstock/Getty Images
Maioria dos internautas acredita que cenário aponta para um desastre

O risco de uma bolha imobiliária divide opiniões no Brasil, e ficou mais caloroso depois de o profeta da bolha nos Estados Unidos, Robert Shiller , demonstrar preocupação com a rápida elevação dos preços dos imóveis em território nacional.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Maioridade penal

"Desafio": Assista ao debate sobre a redução da maioridade penal

  Ariel de Castro Alves, advogado especialista em Segurança Pública, discute tema com o deputado major Olímpio (PDT) Semanalmente, o programa "Desafio" traz dois convidados para defender seus pontos de vista sobre um tema polêmico sob o comando de um moderador. No programa desta quarta-feira, Ariel de Castro Alves, advogado especialista em Segurança Pública e Direitos Humanos discute redução da maioridade penal com major Olímpio Gomes, deputado estadual (PDT). CNBB x ONG: Debate sobre o aborto pega fogo iG estreia o programa "Desafio". Assista ao debate sobre cura gay O advogado acredita que a redução da maioridade penal só vai gerar mais crime e violência. Já o deputado, defende a redução da maioridade penal com a aplicação de uma avaliação biopsicológica, que mediria a capacidade do caráter ilícito da criança e do adolescente. Na mediação do debate está Wanderley Preite Sobrinho, repórter do iG. Assista ao vídeo:
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Cid deixa PSB e leva sua turma



Cid deixa PSB e leva sua turma 

Governador do Ceará segue com PT e o de Pernambuco quer candidatura

O grupo do PSB do Ceará ligado ao governador Cid Gomes, formado por 40 prefeitos, mais de 200 vereadores, 10 deputados estaduais e quatro deputados federais, anunciou ontem, após a reunião extraordinária da Executiva Nacional do partido, a saída da legenda.
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-BraApós duas horas de reunião da Executiva Estadual com portas fechadas, na frente da sede do PSB do Ceará, o presidente da legenda no Estado, governador Cid Gomes recebeu uma ligação telefônica pelo celular da senadora Lidice da Matta (PSB-BA). A conversa foi presenciada pelos jornalistas e Cid esbravejou. Afirmou que Eduardo Campos pediu-lhe para sair “da pior maneira possível”. O governador se referia ligação que Eduardo Campos fez ontem, para o seu principal opositor na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Heitor Férrer (PDT), o convidando para ingressar no PSB.
Cid recebeu a solidariedade de Lidice da Matta e prometeu deixar o partido. “Ele não só pede assim para eu sair do partido como pede para eu sair da pior maneira possível”, repetiu para a senadora, Cid Gomes, referendo-se a Eduardo Campos.
O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado José Albuquerque, entregaram, na tarde de ontem, o pedido de desfiliação ao PSB.
Roberto Cláudio e José Albuquerque abriram a reunião extraordinária da Executiva Nacional do PSB, em Brasília, na tarde de ontem, e não ficaram para o restante do encontro que teve como pauta principal o pedido de intervenção no diretório do Rio de Janeiro. O prefeito e o presidente da Assembleia entraram na reunião e formalizaram a desfiliação e saíram imediatamente.
Hoje, os 'cidistas' se reúnem a partir das 19 horas, no Hotel Vila Galé, em Fortaleza, e não mais na sede do PSB, que eles já consideram ex-partido, para comunicar a situação as lideranças municipais. O grupo resolveu apoiar a tentativa de reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014 em detrimento da possível candidatura do presidente nacional do PSB, Eduardo Campos. Roberto Cláudio disse que o grupo de Cid sai pela porta da frente do PSB e de uma forma amistosa. “Apresentamos nossa desfiliação de forma amistosa, pois vamos apoiar a reeleição de Dilma”, disse o prefeito. Ele ironizou o convite feito pelo PSB para filiar a ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins. “Eu sucedi Luizianne em sua trágica gestão, principalmente pela incapacidade de promover mudanças. Normalmente, o julgamento político é feito nas eleições.”
Romário. Eduardo Campos acha que ainda dá para segurar o deputado federal Romário, que brigou com o presidente destituído da legenda no Rio de Janeiro.
A permanência de Romário no PSB e a filiação de outros políticos ao partido são objetivos de Campos, que está preocupado em criar palanques para sua candidatura presidencial em, praticamente, todos os Estados do país, em 2014.

Fonte: http://www.otempo.com.br

João Pedro Stedile

Dilma, não entregue nosso pré-sal para empresas estrangeiras


Não admitimos dividir a nossa riqueza com capitalistas estrangeiros. Lutaremos por nossas ideias e pelos interesses do povo brasileiro. Um governo passa rápido, mas a história de um povo é eterna



João Pedro Stedile,

No dia 21 de outubro, a Agência Nacional de Petróleo vai leiloar o maior campo de reservas de petróleo brasileiro, encontrado a 180 km do litoral, com sete mil metros de profundidade.

Lá estão depositados comprovadamente de 12 a 14 bilhões de barris de petróleo. E equivalem a todas as reservas do México. Corresponde a tudo que a Petrobras já explorou nos seus 60 anos de existência.

A importância estratégica para o país é tão grande que durante o debate do segundo turno, da campanha de 2010, a candidata Dilma Rousseff disse que o candidato José Serra queria privatizar e fazer um leilão do